Concessionária Massey Ferguson com sede na cidade de Vilhena e filial em Rolim de Moura, a Guaporé atende todo o estado de Rondônia – estado campeão em produtividade por hectare nas últimas safras. Com suas duas lojas, a empresa comercializa tratores, colheitadeiras e peças originais Massey Ferguson, além de implementos, fertilizantes e sementes.
Para resgatar a história da agricultura brasileira, a Massey Ferguson lançou uma campanha de doação de materiais históricos para o Memorial Massey Ferguson.
Quando o trator trabalha com arado de disco, o ajuste da bitola influi diretamente na largura de corte do primeiro disco. Abrindo a bitola, aumenta a largura de corte. Quando ela é fechada, a largura diminui. Nas operações com pulverizadores ou distribuidores, o ajuste deve ser feito de acordo com o espaçamento das linhas de plantio.
O trator sempre deve estar em um lugar nivelado e com os pneus calibrados. No caso 4 x 2, depois de imobilizar o eixo dianteiro, levante a máquina e coloque cavaletes como medida de segurança. Retire os parafusos da barra telescópica principal e de direção. Ajuste na posição desejada.
Nos tratores 4 x 4, o ajuste é diferente. Tanto os discos como os aros podem ser reversíveis. De acordo com o tipo de roda, várias bitolas diferentes podem ser obtidas. Para maiores informações consulte o Manual do Operador do trator.
Cerrado
O projeto “Mapeamento de remanescentes de cobertura vegetal natural do Cerrado” aponta que o bioma mantém 61% de vegetação nativa, sendo 13% de pastagens nativas e 48% de cobertura vegetal remanescentes. Realizado pela Embrapa Cerrados, o estudo custou R$ 700 mil, financiados pelo Ministério do Meio Ambiente e Banco Mundial. Foram mapeados 204,7 milhões de hectares por meio de 114 cenas do satélite Landsat. O mapeamento indica os tipos de interferência dominantes no cerrado brasileiro.
Aqüífero Guarani
Aqüífero Guarani
Acaba de ser lançado o livro “Uso agrícola das áreas de afloramento do Aquífero Guarani no Brasil: implicações para a água subterrânea e propostas de gestão com enfoque agroambiental”. A publicação foi editada pelo pesquisador da Embrapa Meio Ambiente Marco Antonio Ferreira Gomes. Com 417 páginas e 20 capítulos, a obra aborda a questão de uso de áreas frágeis, como as do afloramento do Aquífero Guarani, com ênfase nas possíveis implicações ambientais, além de propor medidas preventivas e corretivas.